De que adianta tanta exatidão, se tudo não passa de um ligeiro desconforto?
De que adianta tantas respostas se faltam inúmeras questões?
De que adianta tanta vivência se tudo é um contínuo engano?
Palavras, palavras, palavras. É tudo o que hoje posso dizer.
Perplexidade nunca antes sentida.
Contrariedade de vocábulos, contrariedade de escolhas; e mágoas de sí mesmo por ser tão imperfeito!
Olhar-se e sentir-se um lixo... Um acúmulo deles. Analisar e não decifrar nenhum sentido nítido de particularidades vindo do seu próprio 'Eu', literalmente, é sentir-se inútil! Sentir-se sem nenhum aspecto agradável referente a sí mesmo.
Sentir-se oco o suficiente e sem sentido o suficiente para desaparecer... Ou simplesmente não existir. Não faz sentido se não acertar um único alvo!
Não é justo errar consigo e com os demais a sua volta! Ninguém é culpado pelo meu próprio erro habitual!
Hoje... Peço perdão a todos que um dia foram feridos pela minha ignorância ou pelo meu orgulho. A todos, que sem culpa foram feridos pelo simples 'ego errante' que comigo carrego. Deixo aqui as minhas lágrimas e arrependimentos, deixo aqui o meu sincero e profundo pedido de perdão.Deixo aqui o meu reconhecimento por tudo... E minha última frase momentânea..
Sinto-me arrependida por todas as mágoas que um dia causei... Em todos que um dia amei. E levo comigo a esperança, de que todos um dia, olhem pra dentro de sí e reconheça o seu erro também diante de pessoas importantes, como todas as que visualizarem este texto, sintam o quanto são importantes para mim.
Deixo também aqui as minhas palavras... Sinceras palavras.

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