segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Atualidades



Exatamente! 

Minta a sí mesmo! Omita de sí, sua própria verdade. Pois assim como todos, você também vê! Apenas não admite.
Ignore a realidade e se afunde em fantasias. O que aparenta... É que você não tem outra forma para viver. Então... Apenas prossiga em falsos passos.

Interessante mesmo não se preocupar com "opiniões alheias".
Pois se você soubesse quão ousadas elas podem ser... Ah se você soubesse...!

Minta a sí mesmo! Minta também ao próximo! Minta, aquele que sempre acreditou e confiou que você seria alguém melhor. Destrua o que de melhor existe em você, ou... Aquilo que poderia vir a existir! Se a você não importa, a quem deveria importar?

Não confie na imagem que você vê no espelho. Ela não é confiável! Ela não é verdadeira! Descentralize qualquer foco lançado a ela. Desacredite na matéria!

Tudo isso nada mais é... Que simplesmente um reflexo do passado, ou até mesmo do presente errante e não visto. Tão fácil se fingir de cego...!
Tão fácil não sentir, quando não é com você...!


"O problema de muitas pessoas, é que elas te fazem mal e esperam que você fique bem! "

Caracteres verídicos e não surpreendentes. Caracteres ao qual, poderiam[?] ser utópicos, porém, seres reais preferem ser assim carcterizados a ter um adjetivo "simbólico" de 'perfeição'.

falsidade atrás de falsidade, futilidade atrás de futilidade. Assim se constrói um amigo, assim se constrói uma vida.
Assim, infelizmente se constrói o todo, em que todos vivemos.



"...Dê valor aos momentos e não às lembranças."

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Relatos


Diga-me palavras vulneráveis. Diga-me palavras absurdas de um conforto aparente.
Diga-me palavras avulsas, diga-me palavras surpreendentemente... Sem fundamento!
Escreva-me uma epopéia sobre sua própria vida. Eternize suas lendas e...
Guarde-as equivocadamente em gavetas pessoais internas.




Solte-me ao vento que lhe foi soprado. Solte-me a censura que lhe foi cobrada.
Solte-me os gestos de nata ofensa que ironicamente lhe agrediram.
Escreva-me um resumo. Mas espalhe sobre a areia os meros e inoportunos sórdidos detalhes e...
Não se precipite em guardá-lo! É apenas uma tênue lembrança que deve ser nitidamente explícita a sentimentalistas afins.


Cria-me um objetivo sintético. Cria-me supostos e frágeis argumentos que me pouparão o real entendimento. 
Escreva-me um conto. Um conto, que relate evidentemente tudo o que eu não preciso saber. 
Transborde sobre linhas, respostas e questões que nunca tiveram um 'porque'.
Amontoe sobre espaços, pensamentos de dúvidas e incompreensões.
Rotule como projeção pessoal indefinida, aquilo que a mim já foi lançado à velhas e velhas datas.


Faça-me acreditar em fábulas! Faça-me despir de imoralidades analíticas firmadas em conceitos vistos e vividos. Faça me conceituar o seu talento...






E apresente-me novamente... Era uma vez.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Meramente hipocrisia


Advertências verbais, interesses indiferentes.
Isso é só o que parece, porém, não é o que é.
Livre-se de ilusões, seja perceptível! Perceptível a atos anteriormente não vistos.


Apenas palavras foram ditas...


Certos caracteres enfraquecem qualquer estímulo. Por quê? Simplesmente, porque tudo o que você espera é uma atitude diferente, sendo sempre conscientemente para o lado positivo.
Maldita esperança incerta...!


Sensibilidade acima de amor próprio. Ridículo se submeter a tal condição. Mas obviamente, não desconsiderando que às vezes... Pode ser inevitável.


Estranho é falar de fraquezas pessoais. Estranho é deixar-se levar por falsas palavras de encanto...!


Bom seria se todos acreditassem na própria capacidade e não dependesse de falsas esperanças alheias!
Se interesse por alternativas válidas e aceitáveis; exclusivamente individuais.
Espere mais de você e não dos outros!
Acredite em você, aposte em suas escolhas e apenas entenda... Que grande mesmo é aquilo em que você acredita o suficiente para querer viver.


"A vida não consiste em ter boas cartas na mão, e sim, em jogar bem as que se tem."

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Ao fim do martírio


The time, the hours...


O tempo corre. E o que você tem feito?


O que você tem feito de melhor? Aliás, Refaço minha pergunta: O que você tem buscado para sua vida?
Sofrimento? lágrimas? Conclusões inválidas...? Acorde! Você não tem a eternidade! Falo de questões materiais.
E se hoje... fosse o seu ultimo dia de vida? Você se importaria em deixar todos que você ama... sem nem dizer um Adeus? Coerência também é uma virtude!


Por que continuar "quebrando a cara?" O que te espera... Pode ser melhor do que essa mísera dor em que você insiste gostar de sentir. 
Invalidez de espírito! Fraqueza... por falta de honra. Honra? Sim. Honra pessoal, ou... Amor próprio! Não seria estúpido auxiliar ao próximo e esquecer-se de sí mesmo?


 "Pois que proveito o homem terá se ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida [...]?"


Tudo o que você precisa... é de uma reconciliação pessoal. Portanto, reconcilie-se consigo mesmo! Antes de prosseguir é necessário conciliar-se com seu passado! Se não houver reconciliação... Apenas perdoe-se! 
Diferente de remorso, perdoar significa esquecer e não voltar atrás.
Se houver remorso... Não peça perdão! É inútil se desculpar por algo que você fará novamente... Mesmo sem oportunidade.
E se não houver perdão... não há esquecimento.
É apenas uma opção...!




Conflitos internos, são apenas questões pessoais individuais mal resolvidas. 
Não fuja de sí mesmo! Confronte-se!
Prove a você mesmo o seu diferencial de hoje.


O que você tem feito?




"Ao tempo em que nada nos dividia, havia motivo pra tudo e tudo era motivo pra mais."

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nostalgia


E tudo o que antes eu acreditava... Hoje se lança contra mim.
Aquilo que no passado me foi um refúgio... Agora são pontos acumulativos de amarguras.
A sorte que antes me possuia... Nem um nem outro a possui mais! 
Finda-se aqui tempos antigos nostálgicos de moralidades escravas anteriormente não vistas. Sim, eu também já estive cega!
Cercada de erros habituais que muitos julgam como certos, ou... Defensores de qualquer razão que esteja desgarrada da veracidade. 
Não acredite em provas! Alguém te garante que tais provas não foram criadas sobre truques?
Acredite naquilo que VOCÊ pode provar, mas não aos outros, e sim, a sí mesmo!


Felicidade não pode ser ditada por um homem carnal. Felicidade, vem de frutos plantados e escolhas adotadas. A não ser... que você tenha coragem de trapacear a sí mesmo...! Foi apenas uma hipótese!


Foi-se um passado (IN)feliz. Foi-se a crença nos "contos de fadas".
Nem tudo pode-se acreditar ao pé da letra. Afinal, pra tudo existe mais de uma alternativa. Não é mesmo?


Some realidade à racionalidade, e terás conceitos reais.
Pois acreditar em "contos da carochinha", só será um acúmulo a ilusões futuras posteriores dilacerantes.
Seja você mesmo... o narrador de sua própria vida!


                      "Espere o melhor, prepare-se para o pior e receba o que vier."

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Particularidades


Veracidades, fugas e torturas. Se fazem congruentes em pares. Pares, que tornam-se únicos por diversas... e diversas vezes.
Não há fatos a serem questionados e não há mitos a serem entendidos.
O resumo não foi suficiente, e o adequado foi simplesmente... O Fim!
Fim de um início enclausurado intimamente dentro de um Único corpo.
Fim de nostalgias fantasmagóricas eloquentes de uma multidão.
Você se lembra? De quando tudo era flores?
Apenas uma reflexão...
Esquecer também faz parte do jogo!
Metáforas, metáforas e mais metáforas. No momento, extremamente necessário.
Meios e métodos de expressão basicamente únicos e particulares. Sim, São meus!
E simplesmente por questão de auto-proteção, as torno literalmente indivisível.




Lágrimas, lágrimas e mais lágrimas.
Você se lembra? De quando era por bons motivos?
Apenas um comentário...
Esquecer também faz parte do jogo.
As vezes é necessário uma grande abstinência, que te consuma interiormente e de todas as formas, para lhe fazer prepotente o suficiente para simplesmente... continuar!
Adquira vícios. Vícios internos de questões pessoais organizadamente resolvidas. É preciso ter certeza para poder prosseguir. E a certeza só surge quando há espaço. Quando se aprende a omitir vozes que nem sempre devem ser seguidas... Quanto menos ouvidas!
Quando se aprende que nem sempre se deve seguir sentimentos; e sim, a razão de quem um dia foi surpreendentemente comovido pelo elo de escolhas óbvias; e se tratando de uma particularidade... Escolhas certas e exatas.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Estranho e particular


Pontos de reflexão, pontos de análise.
Inteiramente abandonados dentro de sí e de sua memória.
Afirmação de autoconhecimento... desligada de sua raiz. Fecundada em solo não fértil, com raízes curtas e frágeis.
Sistemas de autocontrole... inapropriados ao momento. Jogue-se a sorte!
Esperas inconscientes... Exatamente propício ao fato!
Estranhamente interessante! 
Tudo aquilo que o seu consciente abomina... É adotado e REcriado pelo subconsciente. Opostos dominantes e enlouquecedores de qualquer idealista racional! Faça suas suposições se for capaz!




Idealista de suas próprias virtudes. Comovente isso, aceitar e rotular algo que você sinceramente não é. Estratégia? Não. Ilusão! Assim classifico tais seres.
Sua amostra de idealização é convicta a quem vê apenas à distância. Aproxime-se e veja se tudo o que é dito é também demonstrado.
Aposto que a supresa do Não será nítida e óbvia.


Ninguém é merecedor de grandes expectativas ilusórias! O que você não é, não cabe ao comunismo, e sim, ao individualismo.
Guarde para você suas ilusões! Não compartilhe algo que você não quer que seja recíproco! Seja sensato ao menos uma vez.


E a junção de fatos e sensações? Pois bem. Deixe que o 'tempo' se convença da resposta ainda incerta. 


Sou apenas mais um humano, REcriando produtos e escolhendo alternativas fornecedoras de um futuro brilhante; que por vezes... Incerto!