Nas paredes pintadas do meu subconsciente,
Nos tijolos entulhados, da minha distante imaginação.
Mundo bizarro!
Enganos mútuos construídos sobre pontos aparentemente inofensivos!De cabeça pra baixo,
Espelho meu, Quem sou eu? Quem sou eu?
De carona no barco, em sentidos contrários.
Viajo no tempo
Sem destino e sem horário.
Que tempo é esse,
Que mata, estraga, chora, esfria...
E sempre acaba?
Flecha lançada,
Mira pronta, longa, louca...
Na parede do meu quarto!
(Kamila S.)
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