quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Incrédulos e programados


Fúteis admiradores de sorrisos baratos.
Excelentes promotores de mentiras fugazes.
Anarquistas insanos ou cordialistas 'apaixonados'?
O meu voto vai... para a segunda opção.

Analíticos falam por sí só.
Detalhes podem ser importantes por agora. Pode ser viável unir o quebra-cabeça.
Estonteante sensação de apego.

Ditam-se regras, anuncia-se o início, publica-se o fim.

São apenas jogos! Imaginários ou não, programados ou não.

Estimulantes vibrações de insanidade!

Moralmente falando, às vezes até acredito na força pagã de pensamentos. O que se diz nunca é feito. E quando é feito... não é de coração! Como acreditar em palavras? Como acreditar em votos de castidade; se o interior é quase uma maré sufocante de mentiras e omissões desgastantes?
Nostalgia!

Desculpe minha bondade em querer te matar!

Preferia não acreditar em mentiras. Ou quem sabe até em bondade? Preferia ter momentos eternos. Ou quem sabe não tê-los vivido? Dor inevitável de não saber acreditar!

Espaços os meus de descontrole individual, mas não é possível dividi-los. Mas as vezes é preciso acreditar em 'algo guardado'.
Algo que te ensine sem querer a sua queda.

"Destino é uma desculpa tola para o fracasso."

Certos ou não, são apenas livres condições pra quem um dia superou a dor da perda.

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