Dando-me ao luxo e aos deleites de grandes e frequentes interrogações indialogáveis... Tão desnecessárias!
Mas exatamente por simplificar e idealizar as coisas, escolho prosseguir por este caminho. Obviamente não retilíneo, porém com a mesma frequência.Certos fatos devem ser vividos sem questionamentos. Nem todos os "porquês" são cabíveis a nossa compreensão. Devidos momentos não necessitam de perguntas. Quanto menos de respostas...
Voltando a rotina, ao comum. Comum de dois. Onde laços às vezes indesejados voltam a nos prender. Por opção? Não. Não em partes. Quem sabe por um dever?!
Laços frágeis, porém de alma. De alma...? Também não, não mesmo! Pequenos laços de cetim ligados a virtudes terrenas e 'encantadoras' aos olhos de quase todos.
Tão frágeis, Tão... fracos. Outrora se tornando fortes, coerentes as expectativas em que adotamos.
Minuciosamente e milimetricamente avaliados. Por vezes dolorosamente questionados pela emoção. Portanto, quando se tornam fortes... São os donos da 'razão'.
Vontades inesperadas surgem sem consentimentos. Tão normal...!
Mas voltando a consciência, põe-se a balança. O que realmente vale a pena?
O que realmente vale pena?
Ficar e ser feliz ou voltar e ser você?


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