Dúvidas fugazes, dúvidas cruciais.
Dúvidas diretas e indiretas, compassas e descompassadas.
Dúvidas indialogáveis e divisiveis, exploradoras e devoradoras.
Dúvidas explícitas, dúvidas aconchegantes.
Dúvidas certas, dúvidas incertas.
Dúvidas marcantes e indefinidas.
Ao contrário do que poderia se pensar... Pode-se sentir.
Buscando indiretas diretas obviamente nunca se chegará ao caminho. Caminho? Que caminho? Existe caminho a se seguir nessa lógica? Ou melhor, com essas condições?
São questões que não merecem respostas. Ao menos não nesse momento!
Idealizações de querer, de vontades... São tão complexas e agradáveis se divididas e compartilhadas fosse o foco... Mas... É uma pena ser nata a individualização. Ou não... As vezes é preciso sentir para observar. Sentir por sí só.
Como a minha um dia chegou e se faz vigente nitidamente em minha memória...
A sua se fará assim, porém, conforme as suas ações e pensamentos.
Não tome decisões por analisar o meu ângulo e nem faça de seus temores uma comparação. O foco é diferente, as ações são diferentes... Por mais que as vezes a decisão seja a mesma. Mas... Não vem ao caso. Não é o que interessa no momento.
O que interessa é o próprio interesse. A própria dádiva em saber mostrar e também retribuir aquilo que de melhor se recebe!
Não pense que a satisfação é garantida, pois um único bom ato não justifica centenas de falhas!
A percepção do erro e mudança de atos sim, se faz merecedora à milhares de desculpas, mas não o remorso!
Análise! É disso o que falo. Auto análise; de atos, vontades, demonstrações, palavras... Apenas isso!
Reflexão. Depare-se com o espelho. Ou prefere continuar fugindo de sí mesmo até ser pego de surpresa e pelas costas? Isso só depende de você!

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