"Coloquei uma carta... Em uma velha garrafa."Uma carta de "Porquês". Uma carta... Bem, digamos de indignação.
Questiono portanto, sobre o Amor. Aliás, Considerando exclusiva e particular a minha opinião, julgo em minhas palavras ser um falso amor.
Analisando relatos antigos de poetas e escritores, ou até mesmo relatos bíblicos, amor não era pra ser algo recíproco? Não era pra ser uma troca de particularidades, sentimentos, carências...? Troca de valores, afetos e até mesmo uma troca de defeitos?
Pois sinceramente, não é nada disso que vejo!
Seria mentira o que todos anteriormente pregavam? Rá. Hipocrisia se alguém assim pensa!
Certo. Cada um pensa como quer. Porém... Como mencionado, considera-se aqui a minha exclusiva e particular opinião.
Observo que no entanto, não há nem mesmo troca de defeitos, que seria a menos favorável. Quanta desigualdade! Por que fingir um amor que não existe? Que intuito isso terá? Um sentimento tão puro, tão nobre... Sendo vivido tão futilmente...!
Que medo é esse que as pessoas têm da solidão, que aceitam qualquer condição desigual e ridícula simplesmente para ter alguém?
Cegos! Todos estão cegos! Se enquadra a padrões da sociedade, a padrões de romantismo que não são verídicos e menos ainda... Sinceros.
Não! Não é normal e não tem que ser normal um relacionamento onde um se doa mais que o outro, onde um é um romântico natural e o outro um frio e calculista!
Amar, é sentir em balanças iguais. É se doar por completo e receber por completo sem cobranças, e sim, com naturalidade e por amor.
Subjugando fatos. Portanto, quem é mais tolo?
Aquele que aceita um "amor" desigual e se acostuma com um sofrimento desnecessário, ou aquele que finge amar e não tem coragem de deixar o outro ser feliz? Em que perfil de tolo você se identifica?
Tolo sofredor, por opção ou tolo enganador?
"As vezes o amor pode ser um saboroso veneno e uma doce amargura."

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