sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Indícios e percepção


E hoje, eu sugiro que você pare, feche seus olhos e reflita em seus atos. Reflita se você é corretamente plausível para cobrar de alguém, algo que nem mesmo você se preocupa em manter ou adquirir.


Com o tempo se descobre as pessoas... Com o tempo, se descobre que tudo não passou de vazias e repetitivas palavras, que hoje, ainda não passam de simplesmente palavras! 
O que dizer quando não se tem o que dizer? Melhor. O que dizer se você não tem razão e menos ainda argumentos convincentes para se firmar em morais?
Se não sabe o que dizer...


"Cala-te ou fale algo que valha mais do que o silêncio."


Sinceramente? Hoje compreendo o porquê de tantos 'porques'! O porquê de tanto tempo a se pensar... O porquê de tantas dúvidas alheias coadjuvantes de uma vista tridimensional ou... Multivariantes...! E literalmente, isso me faz pensar! Me faz analisar e habilitar cálculos antes não vistos, despercebidos ou mesmo descartados pela falta de senso ou ilusão óptica.
Créditos a espontaneidade de pensamentos! Créditos a razão! E pela primeira vez, créditos ao passado contínuo! Mesmo não querendo admitir, ao menos devo reconhecer que dessa vez, o passado também merece algum destaque!
Mas ainda há tempo para evoluções! Ainda restam opções, pois o sentimento não foi diminuido ou ignorado; apenas racionalizado!
Escolha entre suas opções! Pois conforme for a conclusão, o passado ficará inerte a partir de novas páginas escritas.
Como muitos outros fatos que não serão se quer mencionados... Com o fim de mais um capítulo.

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